Grego Antigo pelo Método Natural [Venda - 1 ano de acesso]

  • 480 Horas de duração
  • 66 Aulas
  • 10 Módulos
  • 1 ano de suporte
  • Certificado de conclusão
Parcele em 12x R$ 120,52 (ou R$ 1.200,00 à vista)
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Aprendeu como autodidata inglês, francês, alemão, espanhol, italiano, latim, grego e hebraico. É professor de História e línguas estrangeiras, além de tradutor.
William Bottazzini

A língua grega foi por muitos séculos o principal veículo de divulgação da cultura ocidental. Foi em grego que homens como Homero, Hesíodo, Platão, Aristóteles, Heródoto, Tucídides, Demóstenes e Eurípedes imprimiram indelevelmente o engenho do mundo helênico na alma ocidental, de modo que o contato com suas obras é um passeio pelos exuberantes recônditos do legado literário que constitui – juntamente com as culturas latina e judaico-cristã – um dos pilares de nossas mais ricas tradições.

Mas não é somente no âmbito secular que o grego tem grande importância para a compreensão de nossas raízes. Também na literatura religiosa, o grego foi protagonista da difusão do judaísmo e do cristianismo. A Septuaginta, versão grega do Antigo Testamento, teve grande difusão no mundo antigo, e, dado o caráter universal do grego na época, era utilizada inclusive pelos rabinos de Jerusalém muitas vezes em detrimento do texto em hebraico, visto que este era idioma ininteligível para centenas de milhares de peregrinos que visitavam a Cidade Santa todos os anos.

Devido a esta universalidade, entre outras razões de ordem morfológica e semântica, o grego foi o idioma escolhido pelos apóstolos para a composição do Novo Testamento. Ler os Evangelhos em grego é beber as palavras de Cristo em fontes cristalinas. Por fim, toda a doutrina cristã foi quase que exclusivamente ensinada em grego até o século III por São Justino, São Clemente Romano, Santo Inácio de Antioquia, Orígenes, Santo Irineu de Lião e muitos outros, sem perder, apesar da concorrência com o latim, sua importância para a cristandade nos tempos posteriores com São João Crisóstomo, São Gregório Nissa e São Basílio Magno.

Ademais, não se pode perder de vista o fato de o grego fazer parte da constituição de diversas línguas, entre elas o português, fornecendo a elas palavras bem como sufixos e prefixos.

Enfim, há um mundo por ser descoberto e explorado e o grego é o caminho que nos conduzirá através dele.

O que você aprenderá?

O grego ático.

Utilizaremos como material de referência o aclamadíssimo livro Athenaze, escrito por Maurice Balme e Gilbert Lawall. Utilizado no mundo por milhares de pessoas, Athenaze é recomendado por diversas universidades e importantes centros de ensino de línguas clássicas como a academia Vivarium Novum. De forma divertida, e ao mesmo tempo muito profunda e didática, o livro explora os mais variados aspectos linguísticos e culturais do mundo helênico. O aluno tem contato desde o primeiro capítulo com excertos dos clássicos gregos e do Novo Testamento. Com o Athenaze, o aluno adquire grande fluência na leitura de textos clássicos.

Programa:

1º SEMESTRE

Alfabeto e pronúncia

Formais verbais: radicais e terminações

Substantivos: gêneros, radicais, terminações, casos e concordância.

As funções das palavras nas frases

Uso do artigo definido

Acentos

Modo indicativo: as três pessoas do singular

Palavras proclíticas

O imperativo

Artigos, adjetivos e substantivos: todos os casos no singular.

Usos dos casos

Acentos fixos e recessivos

3º pessoa do plural, imperativo e infinitivo

Declinação completa de artigos, adjetivos e substantivos.

Mudança de acento.

Conjugação completa dos verbos

Declinação de substantivos e adjetivos

Substantivos e adjetivos femininos da primeira declinação

Substantivos masculinos da primeira declinação

Substantivos femininos da segunda declinação

Adjetivos da primeira e da segunda declinação

Formação de advérbios

O artigo definido como indicador de caso

Cultura

O agricultor ateniense

Escravidão

Os demos e a pólis

As mulheres

Excertos

Literatura secular: Heráclito, Calímaco, Menandro.

Literatura religiosa: Evangelho de São Lucas 3.22; 6.45; 6.46.

 

2º SEMESTRE

Verbos contratos em -α-

Acento recessivo de verbos finitos

Artigo no início de uma frase

Elisão

Concordância entre sujeito e verbo

Pronomes pessoais

Posição do atributivo e do predicado

Possessivos

O adjetivo α?τ?ς, ?, ?

Formais verbais: πλ?ω

Voz do verbo

Voz média

Verbos depoentes

Significados da voz média

Usos do dativo

Preposições

Substantivação do adjetivo

Declinações

Radicais em velar e em dental dos substantivos da terceira declinação.

Pronomes reflexivos

Radicais em nasal da terceira declinação

Radicais em labial e líquida da terceira declinação.

Um adjetivo da terceira declinação: σ?φφων, σ?φφον (sensato; prudente; que tem autocontrole).

Pronomes e adjetivos interrogativos

Pronomes e adjetivos indefinidos

Particípios I

Radicais em -ρ- de nomes da terceira declinação

Substantivos irregulares: ? γυν?, τ?ς γυναικ?ς (esposa, mulher); ? χ?ιρ, ? χειρ?ς (mão)

Um adjetivo de primeira/terceira declinação π?ς, π?σα, π?ν (todo, todos)

Numerais I

Expressões de tempo

Cultura

Deuses e homens

Mitos

Homero

História de Atenas

Excertos

Literatura secular: Quílon de Esparta, Sófocles, Tales de Mileto, Arquíloco

Literatura religiosa: Evangelho de São Lucas 4.22.24; 5.20-21; 13.10-16

 

3º SEMESTRE

Particípios II

Radicais em -ντ- da terceira declinação

Radicais em vogal da terceira declinação: ? π?λις,  τ? ?στυ

Radicais em vogal ou ditongo da terceira declinação: ? βασιλε?ς

Substantivos irregulares: ? να?ς, ? βο?ς

Usos do genitivo

Usos do artigo

Verbos com futuro sigmático

Futuro contrato e assigmático de verbos em -?ζω

Futuro sigmático de verbos contratos

Verbos com futuros depoentes

Futuro contrato e assigmático de verbos com radical em nasal ou em líquida

O irregular ε?μι

O particípio futuro em expressão de propósito

Verbos impessoais

Revisão de interrogativos

Aoristo

Aoristo segundo temático

Aspecto I

Aoristo segundo temático ativo e particípio médio

Verbos frequentes com aoristo segundo temático

Verbos com aoristo segundo temático de radicais não relativos

Acentos no imperativo ativo do aoristo segundo temático

O aumento silábico

Aoristo primeiro sigmático

Aoristo primeiro sigmático médio ativo e particípio médio

O aoristo primeiro assigmático de verbos com radicais em líquida ou nasal.

Aoristo primeiro sigmático irregular

Aumento silábico de verbos compostos

Cultura

A cidade de Atenas

Festivais

A ciência e a medicina na Grécia

Comércio e viagens

Excertos

Literatura secular: Simônides, Teógnis, Bias de Priene, escólio: as quatro melhores coisas da vida

Literatura religiosa: Evangelho de São Lucas 6.31-33; 6.35-36; 6.20-21; 6.27-29; 15.3-7.

 

4º SEMESTRE

O imperfeito

Aspecto II

Orações relativas

Substantivos e adjetivos da terceira declinação com radical em -εσ I

Adjetivos de primeira/terceira declinação em -υ e -ε

O comparativo dos adjetivos

Comparativo irregular

O comparativo dos advérbios

Usos do comparativo e do superlativo

Adjetivos demonstrativos

Pronomes interrogativos e indefinidos, adjetivos e advérbios

Aoristo segundo atemático

Substantivos e adjetivos da terceira declinação com radical em -εσ II

Verbos contratos em -ο

Nomes contratos da segunda declinação

Numerais II

Usos de ?ς e seus compostos

Voz passiva

Verbos com presente e imperfeito atemático: δ?ναμαι, κε?μαι e ?π?σταμαι

Cultura

A ascensão da Pérsia

A ascensão de Atenas

Os Persas de Ésquilo

O império ateniense

Excertos

Literatura secular: Arquíloco, Teógnis, Safo, Simônides

Literatura religiosa: Evangelho de São Lucas 21.1-14; 10.25-29; 10.30-37; 2.1-14; 2.15-20.

Observação Relevante :

Apesar de os exercícios e os trechos relativos à parte teórica do livro utilizado pelo Prof. William estarem em inglês, isto não acarretará quaisquer dificuldades para quem não domina o idioma de Shakespeare: as lições serão metodicamente explicadas pelo professor durante as aulas.


Entenda o que é o Método Natural:


1 ano Sem tempo para fazer o curso agora? Não tem problema.
Você poderá participar desse curso até 1 ano após a matrícula.

A qualquer pessoa que deseja aprender o grego antigo.

William Bottazzini
"Aprendeu como autodidata inglês, francês, alemão, espanhol, italiano, latim, grego e hebraico. É professor de História e línguas estrangeiras, além de tradutor."


Latim é a base do nosso idioma


Hoje gostaria de convidá-los a uma singela reflexão acerca de algumas coisas que perdemos, ou melhor, deixamos perder ao longo de algumas décadas em nome de inovações duvidosas e de posições subjetivistas que tendem, ao fim e ao cabo, a um individualismo crescente e patológico, que pretende transformar cada ser humano em uma ilha, como se a vida em sociedade não fosse um bem precioso, mas sim, no melhor estilo rousseauniano, um mal necessário.


Não que não deva haver mudanças e aperfeiçoamentos na sociedade. Ora, estes são indubitavelmente necessários e queridos em dadas circunstâncias. Contudo, não se pode simplesmente ejetar tesouros que serviram de molde para a formação de inúmeras coisas que tanto estimamos e que são indeléveis.


Dou-lhes um exemplo concreto de um desses tesouros desaparecidos: o estudo da língua latina. Não só o estudo, mas mesmo o interesse e a curiosidade pelo latim. Simplesmente esqueceu-se de que a língua dos antigos romanos, conquistadores do mundo, é simplesmente a base do nosso belo, porém intrincado, idioma português. A ignorância do latim faz com que nossos alunos de português sejam massacrados com regras e exceções que, a princípio, não fazem o menor sentido e que eles não terão a menor possibilidade, inclusive após os estudos universitários, de bem compreender e usar.


Afinal, por que o infinitivo do verbo é “ir” e em sua conjugação surge um “v” intrometido: eu vou, tu vais, ele vai...? Só o entende quem conhece os verbos “ire” e “vadere” latinos. Isso para não entrarmos em questões sintáticas (objetos, complementos, adjuntos e outros “monstros” do mesmo estilo) que são praticamente terras incógnitas para a maioria esmagadora dos que deixam o Ensino Médio. Tampouco mencionaremos a miséria etimológica e estilística em que vivemos.


Quem perde com a ausência do idioma do Lácio em nossos currículos? Todos. Sem ele, o português perde a sua lógica e se transforma em um amontoado de regras que nenhum mortal é capaz de domar. E qual o problema disso? O problema é que, sem o uso correto e coerente do idioma, o discurso torna-se frequentemente ilógico e desordenado. A concatenação das ideias fica perigosamente comprometida e perde-se facilmente o fio da meada. Não é, pois, sem razão, que os alunos tenham dificuldades enormes em compor uma redação coesa, com começo, meio e fim e que sejam incapazes de encadear corretamente uma argumentação filosófica, por exemplo. Necessitamos do aparato linguístico para a nossa expressão. Se este aparato encontrar-se deformado, nossa expressão também estará prejudicada.


Mas o latim não seria útil apenas para proporcionar melhor domínio do português. Ele é a porta que nos dá acesso a todo um mundo de cultura que enobreceu a civilização ocidental. Afinal, foi em latim que gênios das mais diversas áreas exprimiram-se. Para os poetas dignos desse título, o conhecimento das peças de Ovídio, Horácio e Virgílio é um imperativo; os cientistas, por sua vez, deverão recorrer sempre às leis de Newton, expostas em latim, no seu Principia Mathematica; os historiadores que quiserem conhecer a fundo a sociedade e a política de Roma - e de qualquer sociedade - deverão ler Suetônio, Tito Lívio e Tácito, para citar alguns. Também as maiores riquezas do cristianismo foram pensadas em latim e as encontramos nos textos de autores como Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino. Ademais, os católicos devem nutrir uma profundíssima reverência pelo latim, visto que esta é a língua oficial do Vaticano. Qual não é a emoção de recitar um Pater Noster (Pai-Nosso) conforme rezado pelos cristãos desde há dois mil anos e em todos os lugares? Não se trata de vaidade, e sim de colocar ambos os pés em uma tradição multissecular que une os cristãos de todos os tempos e povos. Também o mundo da Reforma deve muito ao latim, pois Lutero e Calvino, os principais reformadores, compuseram diversos textos na língua dos herdeiros de Rômulo e Remo.


Ademais, o latim seria uma resposta salutar a um mundo utilitarista que sempre pergunta: “Para que serve isso?”, como se as coisas apenas tivessem valor se trouxessem algum benefício material e imediato como contrapartida. Uma pessoa que estudar latim não terá seu salário aumentado abruptamente nem gozará de maior prestígio, mas possuirá seu espírito e inteligência enriquecidos e muito bem orientados com séculos de cultura de inestimável valor. Em suma, o latim nos ensina a simplesmente amar o saber pelo saber.


Por que não podemos cultivar e conservar as coisas mais belas já produzidas pelos mortais?



William Bottazzini Rezende é diretor acadêmico do Instituto Angelicum. Graduado em História pelo Centro Universitário Claretiano, aprendeu como autodidata inglês, francês, alemão, espanhol, italiano, latim, grego e hebraico. Há cerca de dez anos é professor de História e de línguas estrangeiras, além de tradutor de artigos e livros.


Ao final do curso você receberá um certificado de conclusão.

Conteúdo Programático

Este módulo contém os encontros ao vivo realizados com a primeira turma do curso de Grego. Nesses encontros são trabalhados textos e atividades extras.
  • 1. Encontro ao vivo 01 - Grego Antigo
  • 2. Encontro ao vivo 02 - Grego Antigo
  • 3. Encontro ao vivo 03 - Grego Antigo
  • 4. Encontro ao vivo 04 - Grego Antigo
  • 5. Encontro ao vivo 05 - Grego Antigo
  • 6. Encontro ao vivo 06 - Grego Antigo
  • 7. Encontro ao vivo 07 - Grego Antigo
  • 8. Encontro ao vivo 08 - Grego Antigo
  • 9. Encontro ao vivo 09 - Grego Antigo
  • 10. Encontro ao vivo 10 - Grego Antigo
  • 11. Encontro ao vivo 11 - Grego Antigo
  • 12. Encontro ao vivo 12 - Grego Antigo
  • 13. Encontro ao vivo 13 - Grego Antigo
  • 14. Encontro ao vivo 14 - Grego Antigo
  • 15. Encontro ao vivo 15 - Grego Antigo
  • 16. Encontro ao vivo 16 - Grego Antigo
  • 17. Encontro ao vivo 17 - Grego Antigo
  • 18. Encontro ao vivo 18 - Grego Antigo
  • 19. Encontro ao vivo 19 - Grego Antigo
  • 20. Encontro ao vivo 20 - Grego Antigo
  • 21. Encontro ao vivo 21 - Grego Antigo
  • 22. Encontro ao vivo 22 - Grego Antigo
  • 23. Encontro ao vivo 23 - Grego Antigo
  • 24. Encontro ao vivo 24 - Grego Antigo
  • 25. Encontro ao vivo 25 - Grego Antigo
  • 26. Encontro ao vivo 26 - Grego Antigo
  • 27. Encontro ao vivo 27 - Grego Antigo
  • 28. Encontro ao vivo 28 - Grego Antigo
  • 29. Encontro ao vivo 29 - Grego Antigo
  • 30. Encontro ao vivo 30 - Grego Antigo
No primeiro mês de aulas trabalharemos a Pronúncia e o Capítulo 1.
  • 1. Grego Antigo - A pronúncia
  • 2. Grego Antigo - Capítulo 1 Lição 1
  • 3. Grego Antigo - Capítulo 1 Lição 2
No segundo módulo de aula trabalharemos os capítulos 2 e 3.
  • 1. Grego Antigo - Capítulo 2 Lição 1
  • 2. Grego Antigo - Capítulo 2 Lição 2
  • 3. Grego Antigo - Capítulo 3 Lição 1
  • 4. Grego Antigo - Capítulo 3 Lição 2
No terceiro módulo trabalharemos os capítulos 4 e 5.
  • 1. Grego Antigo - Capítulo 4 Lição 1
  • 2. Grego Antigo - Capítulo 4 Lição 2
  • 3. Grego Antigo - Capítulo 5 Lição 1
  • 4. Grego Antigo - Capítulo 5 Lição 2
No quarto módulo de aulas trabalharemos os capítulos 6 e 7.
  • 1. Grego Antigo - Capítulo 06 Lição 1
  • 2. Grego Antigo - Capítulo 06 Lição 2
  • 3. Grego Antigo - Capítulo 07 Lição 1
  • 4. Grego Antigo - Capítulo 07 Lição 1 Extra
  • 5. Grego Antigo - Capítulo 07 Lição 2
  • 6. Grego Antigo - Capítulo 07 Lição 2 Extra
No quinto módulo de aulas trabalharemos os capítulos 8 e 9.
  • 1. Grego Antigo - Capítulo 08 Lição 1
  • 2. Grego Antigo - Capítulo 8 Lição 2
  • 3. Grego Antigo - Capítulo 09 Lição 1
  • 4. Grego Antigo - Capítulo 09 Lição 2
No sexto módulo de aulas trabalharemos os capítulos 10 e 11.
  • 1. Aspectos gerais dos verbos em grego
  • 2. Grego Antigo - Capítulo 10 Lição 1
  • 3. Grego Antigo - Capítulo 10 Lição 2
  • 4. Grego Antigo - Capítulo 11 Lição 1
  • 5. Grego Antigo - Capítulo 11 Lição 2
No sétimo módulo de aulas trabalharemos os capítulos 12 e 13.
  • 1. Grego Antigo - Capítulo 12 Lição 1
  • 2. Grego Antigo - Capítulo 12 Lição 2
  • 3. Grego Antigo - Capítulo 13 Lição 1
  • 4. Grego Antigo - Capítulo 13 Lição 2
No oitavo módulo de aulas trabalharemos os capítulos 14 e 15.
  • 1. Grego Antigo - Capítulo 14 Lição 1
  • 2. Grego Antigo - Capítulo 14 Lição 2
  • 3. Grego Antigo - Capítulo 15 Lição 1
  • 4. Grego Antigo - Capítulo 15 Lição 2
No nono módulo de aulas trabalharemos o capítulo 16.
  • 1. Grego Antigo - Capítulo 16 Lição 1
  • 2. Grego Antigo - Capítulo 16 Lição 2
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